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Você já ouviu falar em cinomose?

A cinomose é uma doença canina viral e altamente contagiosa que pode levar à morte ou deixar graves sequelas nos animais que se infectam. No entanto, conseguimos prevenir a cinomose e, assim, evitar que nossos cachorros sofram e a transmitam para outros animais

01/02/2019 Artigos Juliana Campos de Barros

O nome "cinomose" já nos diz muito sobre a doença, já que o prefixo "cino" sempre é referente aos cachorros. Sendo assim, seu caráter infeccioso se restringe apenas aos cães, ou seja, a cinomose não afeta os gatos.

A cinomose canina é uma doença infectocontagiosa que afeta cães causada por um vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Ela é altamente contagiosa e costuma acometer cães que ainda não terminaram o esquema vacinal (filhotes) ou que não costumam receber o reforço anual da vacina múltipla (V8 ou V10). Felizmente, a cinomose não é uma zoonose, ou seja, não tem a capacidade de atingir seres humanos, que podem interagir com animais doentes sem maiores preocupações.

O vírus se replica nas células sanguíneas e sistema nervoso central do animal. Nos estágios iniciais da doença, um sintoma bastante comum é a diarreia, uma vez que o sistema digestório é, geralmente, o primeiro a ser atingido. Em um estágio um pouco mais avançado da doença, o sistema respiratório é acometido, sendo observadas secreções normalmente amareladas e densas saindo pelo nariz e região dos olhos. Na fase mais tardia da doença, acontece o acometimento do sistema nervoso central, que é quando o animal passa a ter o andar desorientado e tremores musculares que podem evoluir para crises de convulsões.

O cachorro pode pegar cinomose, ou seja, ser contaminado pelo vírus, de diversas formas. Entre elas, pelo contato com secreções, urina e fezes infectadas pelos animais doentes. Além disso, casinha, cobertores e alimentos dos animais infectados também são fontes de infecção.

Filhotes e idosos são mais susceptíveis às doenças infecto-contagiosas por terem o sistema imunológico um pouco menos ativo. Vale lembrar que o contato não necessariamente precisa ser direto/ próximo. A infecção pode acontecer, por exemplo, quando passeamos com nosso pet em locais pelos quais passaram animais doentes que eliminaram o vírus na rua, em parques ou outros locais públicos.

Basta a vacinação anual do seu cachorro. A vacina para cinomose está dentro do pacote oferecido pelas vacinas V8 e V10. No caso de filhotes, devem receber três a quatro doses da vacina a partir de 45 dias de vida, com intervalo de 21 a 30 dias entre as aplicações. Apenas depois da última dose seu sistema imunológico estará apto a combater o vírus caso haja contato com ele, sendo liberados os passeios na coleira . E, após fazer esse primeiro esquema vacinal do filhote é necessário e de extrema importância fazer o reforço anual das vacinas!

 


 

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