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De tio para sobrinho, uma paixão sem limites

A paixão de Roque por veículos antigos começou pela história do tio

19/05/2015 Inegociáveis Carol Corso e Matheus Huff Bruna Bueno

O empresário Roque José Rizzo guarda na lembrança de moleque o momento em que seu tio Natalino comprou uma caminhonete F100. Roque ainda era criança, mas aquele ato foi tão simbólico que marcou para sempre o início de sua paixão por veículos antigos. Hoje a influência do tio resulta em três relíquias em sua garagem. Uma delas é a Chevrolet 3100, mais conhecida como Chevrolet Brasil, a primeira pick-up GM produzida aqui no país, lançada em 1958.

O exemplar na cor vermelha foi a primeira a entrar na pequena coleção de Rizzo há mais de dois anos.

“Este é o meu hobby, a realização de um sonho de infância e uma paixão”

Roque adquiriu a caminhonete já reformada, com motor Diesel Maxion S4t Turbo, utilizado em camionetes D20; rodas aro 22 e o interior com bancos no estilo concha. Mesmo assim, ainda investiu um pouco mais no veículo. Exemplo disto foi a instalação de um sistema de som potente. “Eu gosto de escutar música alta. O que mais me faz feliz nesta vida é sair no clarear do dia com minha caminhonete, escutando música e chegar à fazenda”, conta.

O clássico vintage de Roque já recebeu diversas ofertas de compra, muitas que superaram bastante o valor total investido nela. Mesmo assim, nem passa pela cabeça do empresário uma eventual venda. Ela é inegociável. Além disto, ele é o único quem a dirige. Houve apenas uma vez que outras mãos encostaram-se ao volante dela. “Fui a uma festa com a caminhonete. Ocasionalmente, precisei que um amigo a estacionasse. Mas antes o recomendei para que mantivesse distância do meio fio da calçada, assim não correria o risco de danificar as rodas do automóvel. Quando verifiquei depois, vi que exatamente o contrário tinha acontecido. Fiquei muito chateado”, lembra.

A Chevrolet Brasil de Rizzo chama a atenção por onde passa. “As pessoas pedem para fotografar ou filmar, ficam bastante curiosas. Preciso abrir a caminhonete e fazer uma exposição”.

No futuro, o empresário ainda quer adquirir um fusquinha ano 1969 para a coleção. “Este é o meu hobby, a realização de um sonho de infância e uma paixão”, destaca Rizzo.

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